quinta-feira, 3 de junho de 2010

ORIGENS AFRICANAS NUM PAIS CHAMADO BRASIL

revistaescola.abril.com.br/educacao-infantil/4-a-6-anos/origens-africanas-num-pais-chamado-brasil-431343.shtml

MÚSICA E VÍDEO DA COPA DO MUNDO 2010 COM SKANK

www.topmusicas.net/videos/skank/tema-da-copa-do-mundo-africa-2010.htm

MASCOTE DA COPA DO MUNDO 2010 - ÁFRICA DO SUL

O PAPEL DA PESQUISA NA FORMAÇÃO E NA PRÁTICA DOS PROFESSORES

Introdução

A concepção do professor como pesquisador, a possibilidade de que ele desenvolva a prática da pesquisa no trabalho docente, a preparação para essa prática são questões amplamente discutidas hoje pela comunidade acadêmica. Os debates em torno dessas e de outras idéias a elas correlatas têm se tornado cada vez mais intenso.
Existe um consenso entre os especialistas da área de educação de que a pesquisa é um elemento essencial na formação do docente. E nos últimos anos vem sendo defendida a idéia de que ela deve ser parte integrante do trabalho do professor, ou seja, de que ele deve se envolver em projetos de pesquisa-ação nas escolas ou salas de aula. No entanto, muitas questões vêm sendo formuladas quanto à forma de inserção da pesquisa na formação e na prática docente. Pergunta-se - como vem se processando a articulação entre ensino e pesquisa nas universidades e qual sua contribuição para a melhoria dos cursos de graduação? De que professor e de que pesquisa se está tratando quando se fala em professor pesquisador? Que condições tem o professor que atua nas escolas para fazer pesquisas? Que pesquisas vêm sendo produzidas? A obra busca dar subsídios para superar tanto uma visão romântica quanto uma crítica amarga sobre o potencial da pesquisa na formação e na prática docente.
A postura do professor no exercício da docência requer conhecimentos e habilidades específicas ao bom desempenho da função. Isso significa que uma atuação dessa natureza exigirá conhecimento sobre processos de ensino–aprendizagem, metodologia de ensino, metodologia de avaliação, objetivos e outros, sem contar as inúmeras situações marcadas pela complexidade em que o professor precisa aprender. As situações de ensino são, conforme assinala André, marcadas pela urgência e pela incerteza. Tem, portanto, suas especificidades, sua natureza, como bem lembraram a autora, axiológica e política. A pesquisa por sua vez, requer uma inteligibilidade própria sendo preciso que o professor produza conhecimentos a partir de bases teóricas já produzidas, de coleta e análise de dados, testes de hipóteses realizadas de forma sistemática e com o rigor próprio da ciência. Para essa tarefa o professor precisa de tempo e espaço, de bibliografia adequada e atualizada. Enfim, de condições necessárias para o cumprimento dessas tarefas. Além, é claro, do domínio dos procedimentos metodológicos fundamentais à elaboração e execução da pesquisa.

Desenvolvimento

A organização do livro “O Papel da Pesquisa na Formação e na Prática dos Professores”, surgiu como frutos de uma discussão sobre essa complexa relação, um projeto concretizado após um seminário realizado na Universidade Federal de Goiás, através de uma mesa redonda em que foram explicitadas várias concepões polêmicas e diferentes posições sobre essa complexa relação, principalmente no que diz respeito ao lugar que ocupa a pesquisa na formação e na prática docente.
No texto de Lucíola Santos percebe-se a argumentação sobre a estrutura do campo acadêmico no interior das universidades quanto às diferentes áreas d conhecimento e da sua interferência na integração entre ensino e pesquisa. A autora afirma que a formação do professor pesquisador possui diferentes concepções sobre a natureza e o papel d pesquisa educacional, por isso deve e pode ser contestada. Reconhece, no entanto, que a pesquisa no campo da formação docente coloca novas perspectivas e exige constantes questionamentos e a busca de soluções e criativas para os problemas levantados.
A motivação inicial para a investigação sobre o professor da escola básica e a pesquisa surgiu quando do desenvolvimento de uma pesquisa voltada para o processo de socialização profissional de professores por Menga Lüdke. Uma de suas constatações é a dificuldade diante de um conceito não consensual de pesquisa que por vezes ocasiona distorções que acabam limitando a própria concepção de pesquisa. Um exemplo disso reside na relação entre reflexão e pesquisa. A reflexão na e sobre a ação é uma estratégia que pode servir para os professores problematizarem, analisarem, criticarem e compreenderem suas práticas, produzindo significado e conhecimento que direcionam para o processo de transformação das práticas escolares. Todavia, reflexão não é sinônimo de pesquisa e o professor que reflete sobre a sua prática pode produzir conhecimento sem, necessariamente, ser um pesquisador. Quando ele avança, indo ainda além da reflexão, do ato de debruçar-se outra vez para entender o fenômeno, encurta a distância que o separa do trabalho de pesquisar, que apresenta, entretanto, outras exigências, entre as quais a análise à luz da teoria. Nesse contexto analisa a prática da pesquisa sobre o foco de três perguntas dirigidas aos professores dos cursos de licenciaturas: “A pesquisa é importante? A pesquisa é necessária? A pesquisa é possível?”.
Na concepção de Marli André (2001:60):
“Querer que o professor se torne um profissional investigador de sua prática exige que se pense nas exigências mínimas para sua efetivação, ou seja: é preciso que haja uma disposição pessoal do professor para investigar, um desejo de questionar; é preciso que ele tenha formação adequada para formular problemas, selecionar métodos e instrumentos de observação e de análise; que atue em um ambiente institucional favorável à constituição de grupos de estudo; que tenha oportunidade de receber assessoria técnico-pedagógica; que tenha tempo e disponha de espaço para fazer pesquisa; que tenha possibilidade de acesso a materiais, fontes de consulta e bibliografia especializada. Esperar que professores se tornem pesquisadores, sem oferecer as necessárias condições ambientais, materiais, institucionais implica por um lado, subestimar o peso das demandas do trabalho docente cotidiano e, por outro, os requisitos para um trabalho científico de qualidade”.
Ressalta-se ainda que a formação do professor pesquisador não se faz no imediatismo de pseudo-políticas-acadêmicas que visam, tão somente, mostrar quantitativos de trabalhos a organismos que monitoram a educação no ensino superior. Tampouco deve tentar camuflar deficiências presentes na instância da docência superior. E aqui outro cuidado se faz presente: ao tornar a pesquisa a “menina dos olhos da universidade”, freqüentemente negligencia-se a docência já que pesquisa proporciona mais mérito ao ensino superior. E, por fim, cumpre indagar: como articular o ensino e pesquisa na formação docente? No que se refere à formação docente, essa vinculação poderia se dá no momento em que docentes resolvem proceder a investigação da sua prática, ou seja, explicitar como ocorrem os processos de aprender a ensinar e de aprender a profissão, ou seja, de aprender a ser professor, de aprender o trabalho docente, são processos de longa duração e sem um estágio final estabelecido “a priori”.
Os estudos acerca da própria prática forçam uma reflexão sobre a mesma, advinda daí, a possibilidade de averiguar os pontos fortes e fracos presentes na atuação do professor. Afinal, o cotidiano de uma sala de aula é permeado por uma série de situações que muito bem podem ser pontos para investigação. Estas pesquisas realizadas à luz de um rigor científico podem ser levadas à sala de aula e discutidas com os estudantes podendo ser foco de incentivo à prática da pesquisa. Igualmente poder-se-ia instituir a pesquisa nos projetos de cursos nas disciplinas que integram a matriz curricular com o objetivo de desenvolver habilidades e atitudes de investigação nos futuros professores.
O sentido de se discutir a formação do professor tendo em vista o exercício da docência e da pesquisa articulados não deve de todo, esgotar nosso entendimento sobre o que é ser professor e o que é necessário para sua formação. A indagação sobre o que é ser professor deve estar latente na mente daqueles que tem na educação não apenas um ofício no sentido prático da expressão, sobretudo, revela-se na complexidade mesma desse exercício. Significa dizer que ser professor é perder-se na pluralidade das leituras do mundo repleto de relações interpessoais, intra e inter-grupais com as riquezas, experiências e aprendizagens que vão se construindo nessas relações. Nesse sentido não se separa do que é ser professor e o que é necessário para a sua formação das dimensões do saber, do saber fazer, saber ser e saber conviver.
Beillerot traz uma importância contribuição para as questões que envolvem uma reflexão sobre o que é pesquisa. Reproduziu um artigo para a revista francesa Recherche et Formation, em que discute a concepção de pesquisa, tendo como objetivo focalizar o papel desta na formação e na prática docentes. Nesse artigo aborda questões polêmics como: “Professor ou Pesquisador? Conhecimentos científicos ou práticos? Ensino ou pesquisa?”.
A autora Magda Soares, no capítulo dedicado ao tema “As pesquisas nas áreas específicas influenciando o curso de formação de professores”, situa o tema retratando as grandezas variáveis das quais se podem aproximar sucessivamente. Propõe uma reflexão sobre os termos: influência (= necessidade); pesquisas (= processo de produção do conhecimento); áreas específicas (= conteúdo do objeto de ensino formal da escola) exercer (= preceder o exercício do magistério e para o qual o habilita); formação (= aquisição e domínio do conteúdo que vai ensinar); professores (= dimensão do conteúdo a ensinar). Através destas reflexões podemos deduzir que a influência das pesquisas nas áreas de formação específica exerce predomínio sobre a formação dos professores.
Verbana Lisita, Dalva Rosa e Noêmia Lipovesky analisam o texto que se refere às relações entre formação de professores e pesquisa. Apresentam razões sobre a idéia de que se formem professores que pesquisem e que produzam conhecimentos objetivando o desenvolvimento das disposições e capacidades para uma prática refletida, tendo e vista superar a racionalidade técnica dominante na formação inicial e continuada de professores.
E, finalmente, Marília Miranda, analisa o tema “professor reflexivo/pesquisador, suscitando questões sobre as reações entre o conhecimento acadêmico e o conhecimento dos práticos. Nesse sentido f uma crítica pesada ao elitismo da universidade. A preocupação da autora pauta-se na reforma educacional retirando dos ombros do professor toda a responsabilidade pelo seu insucesso.

Conclusão

A integração entre ensino e pesquisa na universidade representa um grande problema que deve ser superado para a melhoria dos cursos de graduação, hoje, tão duramente criticado dentro e fora das instituições de ensino superior. Sucessivas reformulações de currículos têm demonstrado que não são suficientes para resolver a problemática nesse nível de ensino. Essa integração só será possível quando o ensino for colocado como prioridade ao lado da pesquisa.
Da mesma forma deve se considerar os cursos de formação de professores tendo como ênfase as relações entre ensino e pesquisa, percebendo-se que formar professor-pesquisador tem limite e não é a única forma de formar profissionais competentes. Basear-se num trabalho voltado para a formação de um profissional capaz de reconhecer as relações existentes entre trabalho, políticas públicas na área educacional e as complexas relações existentes entre a sua atividade profissional e a realidade sócio-cultural na qual está inserido estará desenvolvendo uma atitude investigativa por parte do professor, utilizando de diferentes recursos e soluções para encontrar formas de responder aos desafios da prática, independentemente de se ter que atribuir o rótulo de “pesquisa” a esse tipo de atividade.


Referencial Bibliográfico

ANDRÉ, Marli (org.). O papel da pesquisa na formação e na prática dos professores.
Campinas, SP: Papirus, 2001.

terça-feira, 1 de junho de 2010

Pedagogia realizou apresentação de Libras durante a Onda Universitária

No dia 05/05/10, os alunos do 7º Período de Pedagogia realizaram uma apresentação para a disciplina: Metodologia do Ensino da Língua Brasileira de Sinais, durante a Onda Universitária, na sala multimídia 1, às 19h.

O objetivo da atividade foi oferecer ao acadêmico noções básicas para trabalhar com o aluno que possui deficiência auditiva.
A coordenadora do curso de Pedagogia/FACEB, Karine Ribeiro, disse que é defensora da Inclusão. “Fiz pesquisas sobre este assunto e sei que há possibilidades de incluir alunos com deficiência na escola comum com apoio de especialistas. Por isso, o curso de Pedagogia vem oferecendo essa disciplina,  estamos preparando o nosso acadêmico, para receber, saber como ensinar e interagir com o aluno com esta deficiência.”
A Profª Karine Ribeiro parabenizou o professor Sebastião Lourenço e os alunos do 7º período, pela brilhante iniciativa de mostrar a grandiosidade que são as LIBRAS. “Essa é uma oportunidade única de conscientizar que estamos quebrando paradigmas sobre a exclusão de pessoas com deficiência e que acreditamos no potencial dos mesmos" finaliza

Notícias UNIPAC Educação com qualidade foi tema em Encontro na Faculdade de Educação de Bom Despacho - FACEB

A Diretora Geral da FACEB, Débora Guerra, apresentou em Encontro Regional, realizado no Ipê Campestre Clube, nesta quarta-feira, dia 26/05, os resultados educacionais da Faculdade de Educação de Bom Despacho para a comunidade acadêmica e autoridades da área educacional.
A Empresária destacou em seu discurso que no Relatório da Comissão do Ministério da Educação – MEC no processo de recredenciamento da Faculdade, em dezembro de 2009, foi registrado que a Faculdade de Educação de Bom Despacho tem como diferenciais a administração acadêmica que é efetiva e eficiente; o projeto de desenvolvimento e política institucional coerentes com o trabalho realizado; as inovações tecnológicas; o comprometimento e o envolvimento dos docentes na formação dos alunos; a infraestrutura e recursos didáticos adequados e acima de tudo salientou o trabalho de integração entre os atores acadêmicos e o vínculo com a comunidade, em especial parcerias com empresas e instituições regionais.
Débora Guerra informou ainda que em abril de 2010, outra Comissão de Avaliação do MEC realizou vistoria in loco para reconhecimento do Curso de Pedagogia e novamente confirmou os resultados satisfatórios da Faculdade, no tocante à organização didática pedagógica, corpo docente, corpo discente e corpo técnico-administrativo e instalações físicas.
Participaram do evento mais de 150 pessoas entre funcionários, professores, alunos, ex-alunos do Curso de Pedagogia da FACEB, diretores de escolas da região, representante da Comissão de Educação da Câmara Municipal, Secretária Municipal de Educação de Dores do Indaiá e representantes da Secretaria Municipal de Bom Despacho, Representante do Segmento Sociedade Civil Organizada entre outros.
Os resultados institucionais que comprovaram a qualidade do ensino da Faculdade de Educação de Bom Despacho foram comemorados com a entrega de Menção Honrosa a professores, alunos e representantes da sociedade civil organizada.

segunda-feira, 31 de maio de 2010

O PEDAGOGO NA GESTÃO DE PESSOAS PALESTRA MINISTRADA PELA PROFESSORA MARIA RATES S. MESQUITA


FOCO: Administração de Pessoas: Educação dentro da Administração
Começa assim...

Esta é uma conversa para

“semear idéias” e fazer pensar.

Não sou “dona da verdade”, nem tenho a

“receita para o sucesso”.

Há poucos anos não havia necessidade significativa de se preocupar com as mudanças. Uma pessoa, durante toda sua vida, não precisava passar por muitas mudanças de paradigma (muitas vezes não passava por nenhuma). Ao longo do tempo sobreviver e prosperar significava adaptar-se. Isso sempre foi verdade. O que há de diferente nesta entrada de novo milênio é que o tempo encurtou. As mudanças que apareciam em gerações agora surgem de um ano para outro.
Lidar com essa nova realidade, uma nova dimensão das empresas/instituições, começa a ganhar importância e relevância para que o profissional continue no mercado de trabalho. Atualmente, qualidades como: virtualidade, conectividade, capacidade de adaptação, rapidez, consciência, emoção e inovação, são indispensáveis para a sobrevivência de uma instituição.
A profissão de Educador, embora seja uma missão importantíssima da atuação profissional, é apenas uma das variáveis que envolvem o trabalho e a realização profissional. Para tanto é necessário o entendimento de toda uma dinâmica e o desenvolvimento de estratégias para direcionar as decisões e mudanças, sempre com objetivo de prestar ao cliente serviços de qualidade.
O cliente tornou-se exigente não só tecnicamente, mas percebe a organização, localização, segurança, a pontualidade, o senso administrativo, o gerenciamento de pessoas, o marketing, O profissional é avaliado na sua totalidade e não mais tecnicamente. Muitas vezes, a diferença entre o bem feito e o mal feito está justamente nos detalhes... É necessária a busca do equilíbrio, ser inteiro, doar e trabalhar pelos objetivos propostos. Hoje, buscamos especialistas e isso requer a busca nos campos que pretende especializar-se. Considerando que, em geral os consumidores são indecisos, as organizações/instituições, exercem através de seus funcionários, um poder de influência mais relevante que qualquer outro setor, tanto pela característica real do serviço que faz com que a realidade seja transferida para pessoa que o oferece, quanto pela confiança que é a base dessa atividade.

Gestão de Pessoas na Educação, o que temos contribuído para isto? Se o mercado deseja profissionais preparados, nós educadores, temos a obrigação de mostrar que os alicerces de uma carreira com futuro promissor, começam pela gestão. “Os grandes líderes são aqueles que apresentam melhores resultados naquilo que fazem”.
Pessoas dentro das organizações são os verdadeiros núcleos de potencialização da estrutura. É o maior empreendedor ativo de uma organização. Daí a necessidade de tornar as organizações mais conscientes e atentas aos funcionários.

As organizações bem sucedidas estão percebendo que somente podem crescer se investirem em seus funcionários e mantiver um bom relacionamento com os seus fornecedores.

As três etapas das organizações no decorrer do século XX

Eras

Era da industrialização


Clássica

Era da industrialização


Neoclássica

Era da Informação

Períodos

1900-1950

1950-1990

Após 1990



Estrutura organizacional

predominante
Burocrática, funcional, piramidal, centralizadora, rígida e inflexível.

Ênfase nos órgãos
Mista, matricial, com ênfase na departamentalização por produtos ou serviços ou unidades estratégicas de negócios.
Fluída, ágil e flexível, totalmente descentralizadora. Ênfase nas redes de equipes multifuncionais
Cultura organizacional predominante
Teoria X. Foco no passado, nas tradições e nos valores conservadores.
Transição. Foco no presente e no atual. Ênfase na adaptação ao ambiente.
Teoria Y. Foco no futuro e no destino. Ênfase na mudança e na inovação. Valorização do conhecimento e da criatividade.
Ambiente organizacional
Estático, previsível, poucas e gradativas mudanças.
Intensificação e aceleração das mudanças ambientais
Mutável, imprevisível, turbulento, com grandes e intensas mudanças.
Modo de lidar com as pessoas
Pessoas como fatores de produtos inertes e estáticas. Ênfase nas regras e controles rígidos para regular as pessoas
Pessoas como recursos organizacionais que devem ser administrados. Ênfase nos objetivos organizacionais para dirigir as pessoas.
Pessoas como seres humanos proativos e inteligentes que devem ser impulsionados. Ênfase na liberdade e no comprometimento para motivar as pessoas.
Administração de pessoas
Relações industriais
Administração de recursos humanos
Gestão
CONCEITOS E NOMENCLATURAS

  • Administração de pessoal
  • Relações industriais.



O FOCO DA ADMINISTRAÇÃO - é a união dos objetivos do individuo e da organização para ir numa única direção.


COMPETÊNCIA

OBJETIVO DA GESTÃO DE PESSOAS
Trabalhadores felizes são trabalhadores produtivos e todas as pessoas são mais eficazes quando seus chefes são amigáveis, confiáveis e acessíveis. Porém, todos querem um trabalho desafiador e um pouco de medo faz com que as pessoas desenvolvam seus trabalhos. Na questão da cultura e comportamento organizacional não tem como prever ou explicar todo tipo de situação do comportamento humano, por isso um bom planejamento, um excelente sistema de comunicação e principalmente, bom senso e intuição, é fundamental. Quando se entra numa empresa é necessário saber os objetivos e as estratégias que esta empresa possui. A eficácia e a eficiência dos funcionários é a melhor forma de conduzi-los ao desenvolvimento e potencialização de suas competências.
COMPETÊNCIA
Podemos definir competência como CHA, ou seja, conhecimento, habilidade e atitude.
Saber = conhecimento = livros e internet
Habilidade = o saber fazer
Atitude = o saber fazer acontece
As atitudes (o saber fazer acontecer) demandam um pouco mais de cada um de nós. Pessoas de atitudes estão difíceis de serem encontradas e para sabermos se estas são competentes é necessário conhecê-las na prática, exercendo as suas habilidades.
É investindo no capital humano que a empresa conseguirá ser mais competitiva. Bons salários e política de benefícios que garanta uma renda variável e significativa contribuirão para o constante crescimento da empresa através da conquista de novos mercados e aprimoramento existentes.
Compete ao pedagogo institucional:
1. Ajudar na elaboração de plano estratégico que garanta a empresa o alcance de seus objetivos e a realização de sua missão;
2. Contribuir no investimento da força de trabalho, proporcionando competitividade à organização;
3. Proporcionar aos funcionários treinamentos e motivação.
4. Aumentar a auto-realização e a satisfação dos funcionários no trabalho (elogiar junto com todos e chamar a atenção quando estiver sozinho).
5. Desenvolver e manter a qualidade de vida no trabalho.
6. Administrar a mudança que se multiplica a cada dia e cujas soluções impõem novas estratégias, programas e soluções.
7. Saber ouvir as pessoas (mesmo que não satisfaça a todos) o retrabalho desgasta muito as pessoas
8. Manter políticas éticas e comportamento socialmente responsável (garantindo o funcionário em primeiro lugar).
A competência do Pedagogo institucional está mo “entender de gente”.
“Qualquer tolo pode pintar um quadro, mas somente um gênio pode vendê-lo”.
Competência técnica – curso superior é necessário e não o diferencial.
Competência comportamental – é o diferencial (relacionamento pessoal). O relacionamento interpessoal é de valor inestimável. São os detalhes que fazem a diferença. O pedagogo é o profissional que apóia o atendimento de todas as questões difíceis dentro da organização.
É necessário que o Pedagogo tenha sensibilidade para perceber estratégias, para que não se percam de vista os propósitos da empresa: PLANEJAMENTO/DIAGNÓSTICO/EXECUÇÃO.
“Transformar a força em trabalho passou a ser o maior desafio estratégico enfrentado pelas empresas que esperam ter sucesso no próximo século”.
As ações educativas devem ser contínuas:
1. Supervisionar o trabalho
2. Orientação de estagiários
3. Formar profissional de serviços
4. Recrutamento e seleções
5. Treinamento de pessoal
6. Programas contínuos de treinamento
7. Trabalhador não improvisado
8. Formação de novas habilidades e competências
9. Pedagogo com formação social na prática social da educação
“Formação de cidadãos críticos para unir forças e conhecimentos construirão empresas e competências de grande porte”.
Tudo que se relaciona ao ato educativo diz respeito ao pedagogo, por isso deve-se:
1. Trabalhar com afinco
2. Ter um planejamento – não anda sem rumo
3. Ter metas alcançáveis
4. Abrir novas portas sem medo do novo
5. Aprenda! Com certeza ainda há muito que se aprender
6. Persista! Só de perde quando desiste
7. Ame! De verdade e com toda a força do nosso ser
Existem três tipos de pessoas:
1. Dormem profundamente
2. Que estão acordando
3. As que estão despertas
Educar: amor, afeto, dedicação e muito entusiasmo.
“Faça acontecer no seu trabalho uma mudança para melhor. Sinta a felicidade que isso proporcionará e todos serão felizes”.